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01 / PERFIL NO GOOGLEPerfil da Empresa completo e com avaliações recentes

Na busca local, o Perfil da Empresa no Google é o fator que mais pesa: oito dos dez principais sinais do bloco de mapas vêm dele, segundo o levantamento anual de fatores de busca local da Whitespark (2026). A categoria principal correta é o sinal individual mais forte.

As avaliações contam pela recência e pelo texto, mais que pela quantidade. Uma avaliação dos últimos três meses que cita a condição tratada vale mais que dezenas de avaliações antigas e genéricas. O Gemini e o modo IA do Google montam a resposta com a ficha do Maps: nota, horário e endereço.

Perfil parado por mais de um mês, sem foto nova, publicação ou resposta a avaliação, tende a perder visibilidade. Vale uma rotina mensal simples.

02 / SITERespostas prontas, assinadas e com fonte

Saúde é um tema em que o Google exige mais prova de quem escreve. Cada página clínica do site deve trazer nome do médico, especialidade, registro no conselho e data da última revisão.

O formato também conta. No estudo de Princeton que deu origem ao termo GEO (Aggarwal e colegas, 2023), incluir estatística com fonte aumentou a visibilidade nas respostas de IA em cerca de 26%, e citar um especialista, em cerca de 28%. Repetir palavra-chave não funcionou.

Na prática, uma página por dúvida real do paciente, com a resposta direta no primeiro parágrafo, rende mais que uma página genérica de serviços.

03 / MENÇÕESO nome do médico em outros sites, sempre escrito igual

Em um estudo da Ahrefs com 75 mil marcas (2025), ser mencionado em outros sites, mesmo sem link, teve relação três vezes maior com aparecer em respostas de IA do que ter links apontando para o site. As menções no YouTube tiveram a relação mais forte.

Para o médico, isso significa sociedade da especialidade, hospital onde atende, currículo Lattes, portais de saúde e vídeos com transcrição. Nome, especialidade e cidade devem estar escritos da mesma forma em todos esses lugares, para a IA entender que se trata da mesma pessoa.

O ChatGPT busca na web pelo índice do Bing. Por isso vale cadastrar o consultório também no Bing Places, com os mesmos dados do Google.

04 / VÍDEOUm vídeo curto por dúvida, com transcrição

O YouTube está entre os domínios mais citados nas visões gerais criadas por IA do Google. Os modelos leem a transcrição, não a imagem. Um vídeo curto respondendo à mesma dúvida da página, com a transcrição publicada no site e no YouTube, conta como conteúdo e como menção.

05 / MEDIÇÃOMedir todo mês, com as mesmas perguntas

Cada ferramenta de IA cita fontes diferentes, e a mesma pergunta pode ter respostas diferentes em dias diferentes. Medição útil repete as mesmas perguntas, nos mesmos pontos do mapa e nos mesmos motores, e compara mês contra mês. Mudanças no site e nos perfis costumam aparecer nas respostas de IA com busca em tempo real depois de quatro a oito semanas.

O que fecha a conta é o consultório: quantos contatos chegaram, quantos agendaram e quantos vieram à consulta. Aparecer mais sem atender bem quem chega custa caro. Sobre isso, veja o paciente que chama fora do horário.

06 / O QUE PESA MENOSOnde não colocar o esforço primeiro

  • Anúncios. Trazem cliques enquanto estão ligados. Dentro da resposta de IA só entram fontes orgânicas.
  • Arquivo llms.txt e marcação técnica sozinhos. O Google afirma que as visões gerais com IA usam os mesmos fundamentos da busca comum, sem arquivo especial (Google Search Central). Ajudam a organizar, mas sem os pontos acima pouco mudam.
  • Volume de posts. Uma página boa por dúvida real rende mais que muitas publicações genéricas.

Toda divulgação médica segue as regras do Conselho Federal de Medicina para publicidade (Resolução CFM 2.336/2023), que valem também para site, perfil e vídeo.